FORMAÇÃO CONTINUADA EM LINUX EDUCACIONAL

PROFESSORES DA ESCOLA CARMELITA GAMA PARTICIPANDO DA FORMAÇÃO PARA CONHECER E VIVENCIAR ATIVIDADES COM RECURSOS BÁSICOS DE COMPUTADORES E INTERNET E REFLETIR SOBRE PROPOSTAS PARA DINAMIZAR SUA PRÁTICA PEDAGÓGICA E A VIVÊNCIA DE SEUS ALUNOS.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

ESTAMOS DE VOLTA

A PARTIR DE HOJE ESTAMOS RETORNANDO COM NOSSAS ATIVIDADES DO NOSSO BLOG

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

DEPOIS DO CARNAVAL

Terminado o Carnaval, eis que nos encontramos com os seus melancólicos despojos: pelas ruas desertas, os pavilhões, arquibancadas e passarelas são uns tristes esqueletos de madeira; oscilam no ar farrapos de ornamentos sem sentido, magros, amarelos e encarnados, batidos pelo vento, enrodilhados em suas cordas; torres coloridas, como desmesurados brinquedos, sustentam-se de pé, intrusas, anômalas, entre as árvores e os postes. Acabou-se o artifício, desmanchou-se a mágica, volta-se à realidade.

À chamada realidade. Pois, por detrás disto que aparentamos ser, leva cada um de nós a preocupação de um desejo oculto, de uma vocação ou de um capricho que apenas o Carnaval permite que se manifestem com toda a sua força, por um ano inteiro contida.

Somos um povo muito variado e mesmo contraditório: o que para alguns parecerá defeito é, para outros, encanto. Quem diria que tantas pessoas bem comportadas, e aparentemente elegantes e finas, alimentam, durante trezentos dias do ano, o modesto sonho de serem ursos, macacos, onças, gatos e outros bichos? Quem diria que há tantas vocações para índios e escravas gregas, neste país de letrados e de liberdade?

Por outro lado, neste chamado país subdesenvolvido, quem poderia imaginar que há tantos reis e imperadores, princesas das Mil e Uma Noites, soberanos fantásticos, banhados em esplendores que, se não são propriamente das minas de Golconda, resultam, afinal, mais caros: pois se as gemas verdadeiras têm valor por toda a vida, estas, de preço não desprezível, se destinam a durar somente algumas horas.

Neste país tão avançado e liberal — segundo dizem — há milhares de corações imperiais, milhares de sonhos profundamente comprimidos mas que explodem, no Carnaval, com suas anquinhas e casacas, cartolas e coroas, mantos roçagantes (espanejemos o adjetivo), cetros, luvas e outros acessórios.

Aliás, em matéria de reinados, vamos do Rei do Chumbo ao da Voz, passando pelo dos Cabritos e dos Parafusos: como se pode ver no catálogo telefônico. Temos impérios vários, príncipes, imperatrizes, princesas, em etiquetas de roupa e em rótulos de bebidas. É o nosso sonho de grandeza, a nossa compensação, a valorização que damos aos nossos próprios méritos...

Mas, agora que o Carnaval passou, que vamos fazer de tantos quilos de miçangas, de tantos olhos faraônicos, de tantas coroas superpostas, de tantas plumas, leques, sombrinhas...?
Cecília Meireles

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010


É Carnaval

É Carnaval

Minha geeeente...

São dias de festa...

E de muita alegria!

Você pode ser uma

havaiana...

E ele um rude pirata!

Não importa a fantasia...

Mas somente a alegria!

Vem pular o CaRnAvAl...

Vem sambar sem igual!

Esta não é uma festa

comum... Mas sim

um grande festival!

Se você perder esta

caravana... Só no

próximo CaRnAvAl!

Vamos fazer destes

dias... Uma festa

sem igual?

Desconhecido.

FELIZ CARNAVAL PARA TODOS.

ELIZABETE SOARES